Instalações são insuficientes para receber crescente número de mortos e feridos, após retaliação de Israel.
A violência da resposta de Israel ao ataque realizado este sábado pelo Hamas é ível de ser medida a cada esquina da Faixa de Gaza. A noite pautada por centenas de bombardeamentos voltou a fazer aumentar os números de mortos e feridos na região de pouco mais de 2 milhões de habitantes.
Nos hospitais, não há mãos a medir para atender os feridos que chegam de todo o território, mas começa também a haver falta de espaço para acolher os mortos.
Ashraf al-Qedrah, porta-voz do Ministério da Saúde de Gaza, relata "uma sobrelotação significativa em todos os hospitais" locais, "devido ao grande número de vítimas provenientes de todas as áreas visadas em Gaza, além do número crescente de mártires nos hospitais".
As autoridades estão também a registar "agora um claro congestionamento nos frigoríficos da morgue“.
Em 48 horas, o conflito tinha já feito, de acordo com a ONU, 123 mil deslocados na Faixa de Gaza. Muitos foram abrigados em escolas istradas pelo organismo mundial, mas um teto será insuficiente para proteger civis do impacto da guerra.
O ministro israelita da Defesa anunciou esta segunda-feira um cerco total ao território controlado pelo Hamas, deixando o enclave sem o a eletricidade, comida e combustível.